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nanda's blogDeu pra ti, desktop...Fazia tempo que eu tava tentando tomar coragem para diminuir a quantidade de artefatos nerd que eu tenho em casa. Pensei que uma maneira de fazer isso seria usar somente laptop e docking station ao inves de ter laptop mais desktop. O dia chegou. Hoje pela manha passei o meu destop adiante. Deu pena, porque apesar de ter quase 2 anos de vida, o bichinho eh bom de verdade, e apesar do barulho maldito do ventilador, tem performance otima. Enfim, ontem a noite fiz backup de todos meus trecos, e hoje pela manha deletei meu usuario. O nome dele eh rapadura. Roda Debian e eh bem comportado. Vai morar com minha mae em Porto Alegre. Chimarrao e pirulito (os notes) sentirao sua falta!!!
Submitted by nanda on Wed, 16/07/2008 - 10:10pm. categories [ blog in portuguese | coisas da vida | nerdices ]
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Como me livrar do Drupal?Estou desapontada com este gerenciador de blog que tenho usado pelos últimos tempos. O Drupal é maravilhoso, para sites que possuem sysadmins dispostos a atualizar CMS sempre, e tal, mas para mim, é uma tranqueira chata que desloga meu usuário cada vez que eu dou um post em alguma coisa. Queria também poder habilitar comentários no meu blog. Enfim, tem gente que gosta de conversar comigo sobre as coisas que posto, e também seria legal ter um termômetro do que as pessoas pensam, caso o que eu poste cause algum tipo de sentimento em alguém. Enfim, me amem, me odeiem. Mas não me façam sofrer com mais ou menos :) Ontem tivemos a primeira reunião do temário do FISL10. Acho que ninguém imagina o tamanho do trabalho que é fazer um evento como aquele. Espero que meus desejos se realizem, papai noel seja generoso, e que tudo dê certo em Porto Alegre em 2009. Minha irmã tá indo para Porto Alegre depois de amanhã. Como eu gostaria de estar indo pra lá....tanta coisa por fazer no Brasil...ai que angústia!
Submitted by nanda on Tue, 15/07/2008 - 11:43pm. categories [ blog in portuguese | coisas da vida | nerdices ]
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Ela lutava pelos direitos das mulheresVânia era feminista e defendia a humanização do parto. Seu médico foi condenado na Justiça por duplo homicídio, mas se considera um mártir Vânia Araújo Machado costumava dizer que, para sua vida ficar completa, só faltava mesmo um filho. Aos 35 anos, depois de um tratamento de fertilização, comemorou a primeira gravidez com a mesma energia depositada em sua carreira profissional. Formada em Educação Física, dançarina e professora de dança, amante do teatro, feminista entusiasta, foi pedagoga e coordenou a implantação da educação infantil no município. Sua luta em defesa dos direitos da mulher a levou à coordenação geral da Coordenadoria Estadual da Mulher, criada em 1999 pelo governo do Rio Grande do Sul. Foi no final daquele ano, já exercendo o cargo, que engravidou. Havia conhecido o companheiro, Marcelo D’Elia Branco, numa passeata pelas ruas de Porto Alegre, e nunca mais se desgrudaram. A opção pelo parto de cócoras parecia mais do que natural para os dois. Durante seis anos, foi paciente do obstetra e ginecologista Ricardo Herbert Jones, considerado uma autoridade em parto humanizado, e fez com ele todo o pré-natal. Vânia era uma ativista tão convicta que em seu chá de fraldas convidou o médico para falar sobre o tema para suas amigas. No dia 12 de setembro de 2000, quando ela deu entrada no hospital, em Porto Alegre, já havia escolhido o nome do filho, Cauê. “Às 10h ela estava com dilatação completa”, acredita Branco, que ficou com a mulher todo o tempo, acompanhado por uma amiga que levou sua câmera para filmar o nascimento. Mas o bebê não nascia, e o pai começou a ficar apreensivo. O obstetra o tranqüilizou, disse que estava tudo bem. Vez ou outra, a câmera o filmou escutando o coração da criança. Relatos dos médicos que ouviram a gravação depois indicam que talvez o bebê já estivesse com bradicardia (diminuição da freqüência cardíaca). Às 14h10min o médico decidiu fazer uma cesariana. “Não havia anestesista preparado para uma emergência, tiveram de trazer de fora do hospital”, conta o marido. Quando o profissional finalmente chegou, e a cesariana foi feita. Cauê nasceu sem batimentos cardíacos. Foi reanimado, ficou vários dias na UTI do hospital em estado vegetativo, e morreu. Vânia resistiu 24 dias depois da cesariana. Teve de passar por nove cirurgias, até sua morte, em 5 de outubro de 2000. Entre elas, a retirada do baço e do útero. Morreu 14 dias antes do filho. O choque pela perda da mulher e do filho levaram Branco a não questionar nada. Até que as amigas de Vânia e os familiares começaram a perguntar o que havia acontecido de errado. Foram levantando fatos e laudos. Os peritos concluíram que o trabalho do parto havia se prolongado mais do que o recomendável, causando o sangramento e as complicações. O médico, por sua vez, alega que Vânia sofreu “uma embolia aguda por líquido amniótico durante o trabalho de parto, doença impossível de prever ou prevenir”. E que, curada da doença, “ela morreu mesmo foi de catapora, infectada dentro do hospital”. Com a assessoria jurídica especializada da ONG Themis, a família de Vânia conseguiu comprovar suas suspeitas na Justiça. Jones foi condenado na área penal por dois homicídios culposos (sem intenção) - de Vânia e Cauê. Cumpriu a pena de dois anos e quatro meses de serviço comunitário e pagou a multa de 20 salários mínimos para a Associação Beneficente Fraterno Auxílio Cristão da Sagrada Família. O processo ético-profissional realizado junto ao Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (CREMERS) em 2003 determinou, por unanimidade, a pena de suspensão do exercício profissional por 30 dias “por não ter feito qualquer registro, em prontuário, da evolução da paciente durante mais de seis horas de acompanhamento de trabalho de parto”; por negligência, “ao não atentar e valorizar as condições fetais, ao retardar a indicação de cesariana e ao não usar dos meios disponíveis no hospital para melhor monitorizar a viabilidade fetal”. Diz ainda o acórdão do CREMERS que Jones “foi imprudente ao não providenciar anestesista mais cedo, ao menos após as grandes evidências de desproporção, e imperito ao não diagnosticar a distocia (parto difícil) subseqüente e ao realizar uma histerectomia puerperal (retirada do útero depois do parto) para controle de sangramento em condições graves, incompleta e inadequada”. O acórdão do CREMERS pode ser acessado na íntegra no blog criado pelo marido de Vânia. Jones recorreu da decisão. O recurso foi julgado pelo Conselho Federal de Medicina, que decidiu pela pena de advertência privada: isso significa que o médico não chegou a ser suspenso, nem a decisão foi noticiada pela imprensa. Para ele, foi como uma absolvição. Passados oito anos, sequer cogita que pode ter ocorrido alguma falha em sua conduta. Ao contrário, diz que o período de trabalho de parto de Vânia foi até rápido em comparação com o de outras mulheres, que chamou o anestesista para fazer a cesariana quando detectou uma anormalidade e que ficou perto de sua paciente todo o tempo. Arrepende-se apenas de não ter feito um prontuário melhor, que o protegesse “das agressões dos colegas”. Aos 48 anos, 23 de profissão, Jones é filiado à Rede pela Humanização do Parto e Nascimento e à International MotherBaby Childbirth Organization, e orgulha-se de viajar pelo mundo dando palestras em defesa de um modelo de parto que, segundo ele, “dignifica o nascimento, devolve o protagonismo e a autonomia à mulher e diminui a mortalidade materna”. Considera-se um mártir. “Imagina um indivíduo que entra num hospital privado de Porto Alegre onde ocorrem 90% de cesarianas e atende partos normais - esse indivíduo incomoda por sua prática e por seu discurso: por pertencer a uma organização nacional e por ser um porta-voz destas idéias”, diz. “Todos os profissionais que ousaram se postar corajosamente contra o poder constituído sofreram coisas parecidas com o que sofri, isso não é novidade. O teu “patrício” Freud (diz para a repórter, que é judia) sofreu a mesma coisa, foi estraçalhado pelo conselho dos médicos de Viena. O Darwin, pior ainda. Galileu Galilei quase foi pra fogueira”. A história de Vânia virou um símbolo da luta contra a mortalidade materna no Rio Grande do Sul. Seu nome foi dado a um centro de referência que atende mulheres que sofreram todo tipo de violência. Fonte: Revista Época
Submitted by nanda on Mon, 14/07/2008 - 8:35pm. categories [ coisas da vida | feminismo ]
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Oh Seu Jorge!Pretinha... Não duvide que um dia Morando em São Gonçalo você sabe como é Mas você crê... se quiser...
Submitted by nanda on Sun, 13/07/2008 - 7:31pm. 495 reads
Ficando famosa...Parece que eu tô ficando famosa agora. Meu blog está virando assunto de discussões internas da FSFLA. Em tempos de PL Azeredo, CPI da pedofilia e outros babados, isso parece mesmo irônico. Enfim, então vou fazer mais fofocas: agora eu sou parte do core team da Free Software Foundation Europa. Não tem mais nada o que fazer não?
Submitted by nanda on Thu, 10/07/2008 - 9:23pm. categories [ blog in portuguese | coisas da vida | nerdices | software livre ]
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Pescoção!Estou em Tokyo. Cheguei aqui no dia 13, e passeei bastante. Vi um pouco da cidade, comi bastante sushi, vi o tal prato do peixe que se mexe ainda, agonizando enquanto a pessoa vai comendo os bifinhos (sashimi) que saíram do corpo dele minutos atrás. Na segunda-feira fomos para Nikko passar uma noite em um hotel tradicional japonês, onde tem aquelas termas pra tomar banho e tal. Aqui no Japão, apesar do advento do chuveiro, tradicionalmente as pessoas tomam banho sentadas em um banquinho de madeira e usam canecas e baldes para jogar água no corpo. Eu não faria isso todos os dias, mas foi uma experiência interessante. Voltamos pra casa na segunda. Confesso que eu realmente estava com as pilhas carregadas para recomeçar minha rotina louca de trabalho. Acordei lá pelas 5 da manhã de quarta-feira com muitas dores no pescoço. Mal podia me mexer na cama, minha vontade era gritar, bem alto. Não fiz isso, mas meu barulho foi suficiente para acordar o Herman, que ficou preocupado. Depois de uns minutos, consegui encontrar uma posição na cama que fosse menos desconfortável, e adormeci novamente. Lá pelas 8 da manhã, acordei, e a dor era insuportável. Eu literalmente chorava de dor, e de desespero. Estar em Tokyo, na cidade onde ninguém fala inglês, com um problema estranho, num sistema médico estranho, me apavorou. Conseguimos entrar em contato com o pessoal do seguro de viagens do Google, e eles foram lerdos demais para minha dor, porém eficientes. Lá pelas 10:30, fomos a uma clínina de ortopedia, onde checaram o que havia de errado no meu pescoço. Fiz um tratamento maluco com choques elétricos para relaxar minha musculatura, tomei injeção de analgésico, e mais um montão de remédios para dor e anti-inflamatórios para tomar depois do café-da-manhã, almoço e janta. Parece que tive uma distenção muscular no pescoço. Que lugarzinho não? Passei o resto do dia, meio zonza ainda por causa da dor, no escritório do Google. A noite, dormi um pouco melhor, e pela manhã voltei para o médico. Minha cabeça pesava muito em cima dos meus ombros, e em cima do maldito pescoço dolorido também. O meu tratamento dura 7 dias, durante os quais viajar é extremamente desaconselhável. Além disso, hoje pela manhã ganhei uma daquelas coleiras para usar em volta do pescoço, e mais choques elétricos. Minha mudança vai ser adiada, assim como minha viagem de volta pra casa, que deveria acontecer amanhã. Tive que cancelar minha viagem para Angola, o que lamento muito. Mas saindo de Tokyo no dia 26 depois de uma lesão no pescoço, ía ser impossível chegar em Luanda no dia 28 para o evento. Talvez eu chegasse, mas talvez meu pescoço pulasse do avião antes disso, e me abandonasse para sempre.
Submitted by nanda on Thu, 19/06/2008 - 2:44am. categories [ blog in portuguese | coisas da vida ]
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Deu pra ti, baixo astralDesde que voltei do Brasil, estou sublocando um apartamento em Zurich de um inglês que está temporariamente fora da Suíça. O apartamento é super legal, grande, iluminado, bem dividido, porém, tem o vizinho de baixo. O vizinho de baixo parece ser uma pessoa problemática, que tem uma relação curiosa com o cabo da vassoura (ao que parece). Se eu faço o menor barulho, como tomar banho, deixar algo cair no chão, depois das 22 horas, o cara simplesmente começa a cutucar a tal da vassoura no teto, que é o meu piso. Isso aconteceu incontáveis vezes até agora, e começou a me dar uma sensação de desconforto com o local. O momento mais ridículo foi quando eu fui testar meu projetor pela primeira vez. Liguei o projetor, coloquei o filme pra rodar com o som das caixinhas do computador (já que meu amplificador e caixas de som ainda não tinham chegado). No final do filme, eis que a campainha toca. Naquele momento o TUM TUM do meu piso se personificou. Era o tal do vizinho louco. Ele olhou pra mim, não deu nem oi, gritou por uns 15 segundos em alemão (que eu não entendi bulhufas, aliás), e virou as costas. Eu fiquei ali, pasma na frente da porta, sem saber se eu ria ou chorava. Bom, na semana seguinte, os 20W das minhas caixinhas do computador voltaram pro computador, e agora eu tenho 130W x 7 + 250W de som na minha sala. Só que não tenho coragem de ligar o bendito som! Depois de algumas semanas pensando, pensando, analizando, etc, resolvi que queria me mudar daqui. Simplesmente não posso viver assim. Comecei a olhar por apartamentos, e finalmente, encontrei um que eu gostei, lindo, em uma cidadezinha há 20Km de Zurich, chamada Richterswil. A cidade parece coisa de cinema, lindinha, limpinha, cheia de casarões velhos. Tentei encontrar fotos da cidade, porém não consigo achar, o que me leva a crer que eu devo montar um website de informações sobre a cidade, com fotos e tal, porque é linda demais. O apartamento é térreo, em um prédio novo, cheio de isolamento térmico e acústico. Será que eu deveria descer no meu vizinho antes de sair daqui e gritar na cara dele em português?
Submitted by nanda on Fri, 06/06/2008 - 11:00am. categories [ blog in portuguese | coisas da vida ]
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Herdando conflitos dos outros, ou a saga do "código aberto"Já faz um tempo que estou para escrever sobre isso, e hoje como estou me sentindo talvez inpirada, vou tentar escrever um pouco sobre o porque usar o termo "código aberto" para falar de Software Livre é um erro, na minha opinião. Um pouco de história Sob a alegação de que o termo "Free Software" seja ambíguo em inglês, em 1998, a Open Source Initiative (aka OSI), iniciou seus trabalhos como uma campanha de marketing para o "Free Software" (Software Livre), alegando que, além de o termo original ser ambíguo em inglês, também existia o problema de que nem todas as pessoas estariam preocupadas com a filosofia, e defender o Software Livre somente embasado em causas políticas, sociais e filosóficas não criava apelo nas empresas. Então, eles começaram a fazer propaganda de Software Livre, chamando de "Open Source", e dizendo que era melhor tecnicamente. Para isso, criaram uma definição para o termo "Open Source", que nada mais é que um sed na Debian Free Software Guidelines, trocando "Free Software" por "Open Source". E para quem não sabe, o documento Debian Free Software Guidelines foi escrito no comecinho do projeto Debian, quando ele ainda era um projeto intimamente ligado à Free Software Foundation (a FSF inclusive fez doações para que o Projeto Debian pudesse começar). A pergunta que não quer calar: Isso faz "Open Source" e Software Livre serem duas coisas distintas? Obviamente, não faz. Fazendo uma analogia, seria como comparar dois vegetarianos, um que não come carne porque não pode por motivos de saúde, e o outro porque é contra matança de animais. Isso faz com que eles sejam menos vegetarianos? Não. Então defender causas técnicas para o uso do Software Livre faz com que ele seja menos livre? Não. Na verdade, como todo bom vendedor, é necessário falar sobre as vantagens do produto de acordo com o consumidor. Se você tá vendendo um carro verde com bolinhas roxas para uma pessoa que gosta de verde, você põe ênfase no verde, se a pessoa gosta mais de roxo, você põe ênfase nas bolinhas roxas. Claro que como bom vendedor você pode e deve tentar educar essa pessoa sobre a importância da outra cor, o quanto a outra cor também é maravilhosa, e por isso o seu produto é ainda melhor do que pessoa esperava. No caso do Software Livre, seria o equivalente a ensinar um pouco mais sobre a parte técnica para os não técnicos que acham a causa social interessante, e falar da causa social para os que acham a parte técnica interessante. E criar um ambiente onde todo mundo conviva feliz. Educar é a palavra-chave na comunidade Software Livre. Existem controvérsias sobre as possíveis interpretações da "Open Source Definition", que basicamente faz com que 1 ou 2 licenças existentes no universo caiam na excessão: é uma licença de "Open Source" porém não é uma licença de Software Livre. Essa 1 ou 2 licenças conhecidas possuem uma insignificante quantidade de softwares licenciados sob elas, então eu também acho insignificante ficar dando ênfase para as diferenças entre Software Livre e "Open Source". Algumas pessoas até hoje batem o pé e choram dizendo que não é a mesma coisa, que Software Livre é uma coisa, "Open Source" é outra. Eu acho uma perda de tempo e de esforço, já que isso só serve para dividir a comunidade. Dividir para conquistar, alguém já ouviu isso antes? Essas pessoas que fomentam esse conflito, estejam elas do lado do Software Livre ou do lado do "Open Source", nada mais fazem do que alimentar uma guerra de ego sem fim. E este conflito é muito presente principalmente nos Estados Unidos, pelo que eu pude notar nas minhas inúmeras vezes pela terra do Tio Sam. Tá, mas e o "código aberto?" Bom, eu não sei exatamente quando, comecei a perceber que a comunidade brasileira está entrando na onda do "bater o pé que é diferente" ou "somos dois movimentos distintos", e algumas pessoas começaram a escrever coisas absurdas do tipo "Software Livre e de código aberto". Eu acho que isso é um grande erro da comunidade brasileira, e alguns dos motivos que me levam a acreditar nisso são: E viva ao Software Livre! Que você pode achar socialmente justo, tecnologicamente sustentável, politicamente correto, super geek ou seja lá o que for. Somos todos "vegetarianos".
Submitted by nanda on Wed, 04/06/2008 - 4:46pm. categories [ blog in portuguese | software livre ]
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Voltando pra casa, denovoEstou esperando pelo meu vôo no aeroporto de Philadelphia, EUA. O tempo tá horrível e vários vôos estão sendo cancelados ou atrasando. Passei minha última semana em reuniões na nave mãe, em Mountain View. Logo depois que cheguei, encontrei o Randal, com quem, mais uma vez conversei sobre os planos para Smalltalk no FISL10. Acho que esta área está coberta. Chegando em casa, ainda tenho que terminar minha mudança. Minha vida tem sido muito corrida nos últimos tempos, e não consegui nem arrumar minha nova casa. Passei 2 meses em Zurich depois da minha temporada no Brasil, que acabou no último FISL. Recebi vários e-mails com feedback sobre o meu post no FISL10, parece que o br-linux virou mesmo o slashdot do Brasil. O que aparece lá vai longe. Fiquei contente com as mensagens de apoio, e também de ver que a maioria dos meus pontos são unanimidade na opinião de várias pessoas. Agora é bola pra frente, e tentar fazer as coisas funcionarem. Estive olhando informações sobre softwares para administrar chamada de trabalhos e programa de conferências. Existem algumas aplicações super completas, mas não sei se elas não seriam overkill para o que precisamos no FISL. Espero que esta semana eu consiga colocar meu computador em cima de uma mesa, assim eu não castigo minhas costas, e posso ser um pouco mais produtiva. O namorado também está voltando pra casa, em Tokyo. Espero poder visitá-lo em breve.
Submitted by nanda on Sun, 18/05/2008 - 9:03pm. categories [ blog in portuguese | coisas da vida ]
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hahaha pra mim é risada de verdade!Em uma conversa com um colega de trabalho, ele acaba de me dizer que eu sou a única pessoa que ele conhece que realmente dá risada quando escreve um hahaha no jabber, ou irc. Será mesmo? Você ri quando escreve hahaha? Eu sim. Para mim, conversar pelo computador é como conversar ao vivo, enfim, eu sou risada mesmo :-P hahaha pra ti também!
Submitted by nanda on Wed, 07/05/2008 - 11:16pm. categories [ blog in portuguese | nerdices ]
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